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3.1.17

Nossa Senhora de Fátima

 
 
Nossa Senhora de Fátima

Se temos confiança na Mãe de Cristo, como tiveram os noivos de Canã da Galileia, podemos confiar-lhe as nossas preocupações como eles fizeram e confiar-lhe também as nossas decisões e lutas interiores que nos possam atormentar. Podemos confiar tudo à Virgem da Confiança, Mãe da nossa entrega: "Eu me entrego a Ti. Quero dedicar-me a Cristo, mas a Ti me confio, como fizeram aqueles noivos!"
Não foram ter directamente com Cristo, a pedir-lhe um milagre, mas foram ter com Maria, confiaram a Maria, as suas preocupações e dificuldades.
É claro que, ao actuarem assim, queriam chegar a Cristo, queriam, por assim dizer - passe a expressão - "provocar" a Cristo e ao Seu Poder Messiânico. Também nós, na nossa vocação, que é caminho espiritual para Cristo, para sermos de Cristo, para sermos "alter Christus" devemos aproximar-nos desta Mãe da nossa entrega e dar-nos a Ela, para que nos leve a Cristo, para nos oferecer a Cristo e nos dedicar a Cristo.

Dirige o Teu olhar misericordioso àqueles que sofrem. Permanece ao lado das vítimas da violência e do terror, e consola os que estão de luto.
Que o Teu Filho, Jesus, conforte e dê Paz a todos os enfermos e moribundos e fortaleça aqueles que
se dedicam ao seu cuidado físico e espiritual.
Conduz todos ao reino de Santidade, de Verdade e de Vida do Senhor.
Tu, que livremente disseste "Sim" a Deus e assim Te tornaste a Virgem Mãe do Seu único Filho, permanece sempre ao lado dos teus filhos. Ámen.

[São João Paulo II — Orar]
 
Publicado a 13 de Outubro de 2016


7.10.16

Fazei tudo o que Ele vos disser

 
 
Com estas palavras, Maria exprime sobretudo o segredo mais profundo da Sua vida. Nestas palavras
está toda Ela. A sua vida foi de facto, um "Sim" profundo ao Senhor.
Um "Sim" cheio de alegria e confiança, Maria cheia de Graça, Virgem Imaculada, viveu toda a sua existência, completamente disponível para Deus, perfeitamente de acordo com Sua Vontade, mesmo nos momentos mais difíceis que alcançaram o seu ponto culminante no Monte Calvário, junto à Cruz. Nunca recusou o seu "Sim", porque tinha entregue toda a sua Vida nas mãos de Deus:
 
«Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.»
 
 
 
[S. João Paulo II ― Orar ― Espiritualidade do Papa]

8.9.16

Natividade de Nossa Senhora



"Exultemos de alegria no Senhor, ao celebrar o nascimento da Virgem Santa Maria, da qual nasceu o sol da justiça, Cristo nosso Deus.".


Em:http://pt.josemariaescriva.info/artigo/a-natividade-de-nossa-senhora

7.9.16

Oração e "tempo"

 
Rezo a Maria, o terço ou a Jesus?
 
Maria nunca abandona aqueles que se voltam para Ela na oração. Assim a oração contínua e aconselhada por Jesus no Evangelho não é uma actividade espiritual entre as outras, ela está intimamente ligada ao desejo de fazer a vontade de Deus: é uma questão de vida ou de morte. Sem a oração, é impossível a humildade, a castidade, a pobreza e o espírito de infância. Se orares, resistirás na provação e na tentação, mas se não perseverares, não desejarás o Pai e não te empenharás em fazer a Sua vontade.

Se investires assim na oração a Maria, seja por meio do terço, pela oração do coração ou pela invocação, chegarás a perguntar a ti mesmo se não passarás demasiado tempo a orar à Virgem. (…) É preciso saber repartir o tempo: se num momento oras a Maria, em seguida rezarás ao Senhor Jesus e ao Pai. É preciso saber medir, no sentido de limitar o lugar concedido a Maria, como se tivesses que gerir o teu orçamento-tempo para não passares nele «demasiado tempo». Este é o esquema da repartição que se pode pôr muitas vezes aos homens de oração. Mas, de facto, é um falso problema que não deve ser considerado ao nível de tempo, mas na unidade da tua vida de oração.

A pouco e pouco, irás compreender melhor a unidade da vida mariana: não há dois tempos: um tempo para rezar à Virgem e um tempo para rezar ao Senhor. Na tua vida de oração, não há dois actos, isto é, uma oração a Maria e depois uma oração à Trindade. A vida mariana caracteriza-se pela unidade: há um só acto e um só tempo. Quando conheceres melhor a Virgem por dentro, verás que Ela Se desapropriou totalmente dEla própria: nEla, Deus ocupa todo o espaço, pois Ela está em plena relação com as Três Pessoas da Santissima Trindade.

Deves por isso renunciar ao receio de concederes demasiado espaço a Maria na tua oração , e pelo facto de renunciares à ilusão de um domínio da tua vida espiritual, em virtude do qual farias a repartição. A unidade da vida mariana quer dizer que se tu viveres em Maria, nEla encontrarás Deus. Se escutares maria, nEla escutarás a Palavra de Deus, não depois, não algures, mas nesse próprio momento e nesse próprio acto.

(…) Pouco importa que encontres Deus em Maria ou que encontres Maria em Deus, tu mergulhas sempre na mesma atmosfera trinitária, quer seja por dentro, quer seja por fora.

Em vez de te perguntares como vais rezar, de saberes como vais repartir as intenções da tua oração pessoal, podes correr o risco de te perderes em Maria. Será Maria , Ela própria, que conduzirá a tua oração, mas o importante é aceitares perder-te.

O que te pode dar a audácia de te perderes em Maria, é compreenderes que, no mistério de Deus, Maria não serve de ecrã, mas Ela é, sim, pelo contrário, a morada do encontro com Deus. Ela é a nuvem luminosa do Êxodo, na qual Deus Se te dá a conhecer, Ela é como a Tenda do encontro, onde Deus Se manifestou a Moisés, Ela é como a nuvem ligeira que envolve Jesus no mistério da Transfiguração.

Tu encontras Deus em Maria, visto que Ela é o lugar espiritual do encontro. Tu encontras Maria em Deus, porque Deus é Aquele que reúne, que te põe em relação com todos aqueles que, hoje vivem da Sua vida e, portanto, com Maria por excelência. É no fundo uma questão de experiência que escapa à maior parte daqueles que oram a Maria sem irem até ao fim da sua oração."
 
[Maria, J. Lafrance - trechos - Oração]

15.8.16

Assunção e Ascensão

Assunção de  N Senhora
 
 
Você sabe a diferença entre Assunção e Ascensão?
 
(A pergunta não é minha, mas, como por casualidade ontem no final da Missa o Padre alertou que a Celebração da tarde já seria 'vespertina' para a da "Ascenção" de Nossa Senhora, vim conferir...)
 
Hoje é dia de Assunção de Nossa Senhora. A igreja em todo o mundo celebra a subida de Maria
ao céu. Contudo, você sabe o que significa assunção? E a igreja já celebrou a ascensão de
Jesus Cristo? Como assim?
 
Deu um nó, não é? Embora as palavras sejam parecidas seu significado e sua festas são
distintas.
 
Ascensão de Jesus Cristo celebra-se depois do Tempo Pascal encerrando esse período de festa
pela ressurreição de Cristo e marca o anuncio da chegada de Pentecostes. É uma festa móvel
da igreja. A Ascensão de Cristo significa que Jesus subiu ao céu – At 1, 1- 11. O significado da
festa também é o da palavra. Ascender significa subir por sua conta. Cristo vai ao céu pelo seu
poder. Ninguém o leva.
 
Já a festa da Assunção de Nossa Senhora, marca um dia importante na vida do católico, pois
celebramos um dos dogmas marianos mais importantes. Maria subiu ao céu e é santa. A
Assunção de Maria significa que o magnifica, oração cantada por Maria se cumpriu – Lc 1. Ser
assunto significa que alguém o levou. Maria foi assunta ao céu. Jesus a leva. Aí está o sentido
desta festa. Maria é levada ao céu pelo seu Filho e Mestre Jesus.
 
Então, a diferença entre assunção e ascensão é simples. Ascensão é subir ao céu por sua
conta, como Cristo fez. Assunção é ser levada ao céu, como é o caso de Nossa Senhora.

 
Falou, aqui :https://oanunciador.com/2013/08/15/voce-sabe-a-diferenca-entre-assuncao-e-
ascensao-2/
Img: blog.cancaonova.com
 
 

13.8.16

O Rosário

 
 

O Rosário quotidiano tem tantos inimigos, que eu considero um dos mais assinalados favores de Deus a graça de perseverar nele até a morte. Perseverai nele e tereis a coroa admirável que está preparada para a vossa fidelidade: permanece fiel até à morte e te darei a coroa da vida 
(Ap 2,10).
 
 
 
S. Luis Maria Grignion de Montfort

 

30.7.16

Stabat Mater

Stabat Mater
 
(do latim "Estava a Mãe")
 
 
Estava a Mãe dolorosa
 Junto da Cruz, lacrimosa,
 Da qual pendia o seu Filho.

 Banhada em pranto amoroso,
 Neste transe doloroso,
 A dor lhe rasgava o peito.
 
Ó quão triste e quão aflita
 Se encontrava a Mãe bendita,
 Chorando o seu Unigénito.
 
Estava triste e sofria
E porque ela mesma via
As dores do Filho amado.
 
 
 
 
Quem não chora, vendo isto,
 Contemplando a Mãe do Cristo
 Em tão grande sofrimento?
 
Quem não se contristaria
 Vendo a Mãe de Deus, Maria,
 Padecendo com seu Filho?
 
Por culpa de sua gente
 Viu a Jesus inocente
 Cruelmente flagelado.
 
Viu seu Filho muito amado,
 Que morria abandonado
 Entregando o Seu espírito.
 
Dá-me, ó Mãe, fonte de amor,
 Que eu sinta a força da dor,
 Para que eu chore contigo.
 
Faze arder meu coração
 Do Cristo Deus na paixão,
 Para que eu sofra com Ele.
 
Minha Mãe, ó dá-me isto:
 Trazer as chagas do Cristo
 Gravadas no coração.
 
Do teu Filho as feridas,
 Para meu perdão sofridas,
 Vem reparti-las comigo.
 
Quero contigo chorar
 E a cruz compartilhar,
 Por toda a minha vida.
 
Junto à Cruz contigo estar,
 Ao teu pranto me associar,
 Desejo de coração.
 
Virgem das virgens, preclara
 Não me negues, Mãe tão cara,
 Poder contigo chorar.
 
Que eu viva de Cristo a morte,
 Da Paixão seja seu consorte,
 Celebrando suas chagas.
 
Que meu coração magoado,
 Pela Cruz apaixonado,
 Seja em Seu Sangue remido
 
Por Maria amparado
 Que eu não seja condenado
 No dia de minha morte
ó Cristo, que eu tenha a sorte,
 No dia de minha morte
 Ser levado por Maria.
 
E no dia em que eu morrer,
 Faze com que eu possa ter
 A glória do Paraíso.
 
Amém.
 
Frei Jacopone de Todi

24.5.16

24 de Maio - Maria Auxiliadora

A Nossa Senhora de Dom Bosco
 
 
A devoção à Auxiliadora fora reavivada pelas aparições de Spoleto, onde a Virgem manifestara o desejo de ser invocada com esse título.

Para Pietro Stella, "sem Spoleto, provavelmente Dom Bosco não se teria tornado o apóstolo da Auxiliadora; sem Dom Bosco, porém, a flama de Spoleto talvez tivesse sido um episódio característico do decênio 1860-1870, em clima de um escatologismo mariano, de messianismo antes da queda do Estado Pontifício. Dom Bosco, correlacionando à sua pessoa e às suas instituições o culto da Auxiliadora, conseguiu dar uma dimensão grandiosa e mundial à devoção a Maria Auxiliadora" (Pietro STELLA, Don Bosco nella storia della religiosità cattolica, II, p. 173).

Dessa forma, com a Basílica, a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora une todas as casas salesianas do mundo todo.
Raras vezes aconteceu que um título mariano se difundisse com tanta rapidez, entre os católicos, como o de Maria Auxiliadora. Provam-no os inumeráveis quadros, altares e igrejas dedicados ao seu culto em todo o mundo. A presença de Maria no trabalho de Dom Bosco e dos salesianos perdura até hoje como a segurança materna de uma proteção especial. Em contrapartida, os salesianos lhe devotam um carinho especial, são seus filhos realmente (cf. carta Lasagna-Bosco 05/12/1877, em Mons. Luigi Lasagna, Epistolario, I, p. 159.23-24).

Há duas razões fundamentais para a escolha desse título, para além de outros motivos implícitos e explícitos: a primeira, pela lúcida intuição da atualidade do culto de Maria Auxiliadora na Igreja de seu tempo. O recurso a Maria Auxiliadora se impôs em virtude das extraordinárias dificuldades em que a Igreja se debatia então. A segunda, pelo alcance, dificilmente calculável que virá a ter na história salesiana a construção e a existência da Basílica de Maria Auxiliadora em Valdocco.
A basílica de Valdocco é um santuário – entendido como lugar que oferece, por sua natureza, uma presença incisiva de Deus, de Cristo, como também de Maria – de repercussão não só para a cidade de Turim, mas nacional e mundial, aberto às exigências espirituais e apostólicas da Igreja.

Na origem estão a piedade, a intuição e a energia realizadora de Dom Bosco, padre educador e fundador religioso, profundamente convencido da importância da Auxilium Cristianorum em tempos calamitosos para a Igreja e não menos difíceis para a firmeza da fé de seus membros. Ela podia se constituir em uma singular reserva para a vida espiritual dos jovens e de seus educadores.
Essa opção expressa de forma muito condizente e ilustrativa o modo ou o processo de decisão do educador Dom Bosco. Tratava-se de uma oferta para os salesianos se ampararem na presença de Maria Auxiliadora como Mãe e Mestra. Porém essa escolha revela um processo de Dom Bosco inteiramente inserido no tempo. Acolhe o que lhe parece o melhor para integrar em seu processo educativo, considera as perspectivas e revela ou acentua as possibilidades futuras e as torna um lema e uma realidade.

A consciência popular não tardou em descobrir a maravilhosa aliança entre Maria Auxiliadora e Dom Bosco, a incindível ligação que os unia: Dom Bosco era verdadeiramente o "santo de Maria Auxiliadora" e Maria Auxiliadora era realmente a "Nossa Senhora de Dom Bosco". Essa denominação, nascida da intuição de fé dos crentes, passou para a história.

Maria Auxiliadora

Texto e Imagem daqui:
http://www.boletimsalesiano.org.br/index.php/salesianidade/item/210-a-nossa-senhora-da-dom-bosco

12.5.16

A caminho de Fátima

Peregrinos
 
Este ano tem sido mais difícil: sob chuvas torrenciais, trovões, lamaçais, vento, frio e tudo o mais.
O caminho faz-se, unicamente pela via da fé e do amor a Jesus e Sua Mãe Santíssima que por todos nós vela.
 
De terço na mão, recitado com devoção. Maria é Mãe! Cuida de seus filhos, e esses, a Si se confiam!
 
 
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, que recorremos a Vós!
 
Dizem que somos loucos, sim, e têm razão: pelo amor de Deus e a esta devoção a Sua Mãe que a Ele nos confia!
 
Mergulhados em lama caminhamos, seguimos, sequiosos de um verdadeiro abraço de Mãe. Mãe de Jesus e nossa Mãe. Tão amorosa para connosco...
 
Salvé  Rainha,
Mãe de Misericórdia
Vida , doçura e esperança nossa.
A Vós bradamos, os degredados filhos Eva,
A vós nos confiamos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.
Eia pois, advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro nos mostrai Jesus, bendito fruto do vosso ventre.
Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Amen!

Salve Regina, Mater misericordiae, vita, dulcedo, et spes nostra salve.
 Ad te clamamus, exsules filii Hevae;
 Ad te suspiramus, gementes et flentes in hac lacrimarum valle.
 Eia ergo, advocata nostra illos tuos misericordes oculos ad nos converte.
 Et Jesum, benedictum fructum ventris tui, nobis post hoc exilium ostende.
 O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

 Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix.
 Ut digni efficiamur promissionibus Christi.
Amen.
 
Prosseguimos, caminhamos e finalmente chegamos prontos para este abraço -  de Comunhão e de Fé. A Jesus, Maria e São José! Deus é Pai - Todo Amor - que nos acolhe e perdoa...
 
E nos abençoa, ámen!
 
 
 
 

26.2.16

Não ofendam mais a Deus

"Mas porque é que Deus Se sente tão ofendido com o pecado contra os Seus Mandamentos? A Deus em Si mesmo, propriamente não se atinge. Deus continua sempre o que é: eternamente feliz, grande, poderoso, imenso, fonte de vida e de todos os bens. Mas Deus é amor, e com o pecado diminuímos o amor: não o amor de Deus para connosco, mas o nosso amor para com Deus.

Ao transgredirmos uma das Suas leis, desprezamos a Sua lei, deixamos de amar a Deus. Desprezamos o Seu amor."
 
Irmã Lúcia

19.2.16

Santos e Maria Santíssima

Desta feita, S. Fulgêncio, diz-nos:
 
 

20.1.16

Maria Santíssima

“Ainda não se louvou, exaltou, honrou, amou e serviu suficientemente a
Maria Santíssima, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço, Ela
merece.”
 
São Luís Maria Grignion de Monfort
 

12.1.16

Quem tem?

Quem tem Maria no seu coração e o terço no bolso? O mesmo é dizer que tem Jesus consigo, não esqueça nunca que Maria é Mãe de Jesus e nossa Mãe!
 
Que Deus te abençoe!

Qualquer hora

Qualquer hora, é boa para apelar a Maria, Nossa Senhora e nossa Mãe.

  “Quando tu chamas Maria, Ela responde: «Deus». ” J. Lafrance

Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
Para que sejamos dignos de alcançar
As promessas de Cristo,
Ámen.