29.11.19

Exéquias

Sabemos o que são? Sim, sobre "Exéquias" ?
 
Há pouco menos de dois meses, morreu alguém que me era muito próxima e querida. Sinto muito a sua falta e então, há que saber-se sobre Exéquias nas quais e entre tantos e ditos "Católicos" que em falta, terão ainda que aprender de Catequese - se não,  vejamos:

São ritos sagrados por meio dos quais a Igreja implora o auxílio espiritual para os defuntos, honra os respectivos corpos e leva aos vivos a consolação da esperança cristã. Domina em toda a liturgia exequial a fé na participação do cristão no mistério pascal de J. C. morto, ressuscitado e glorioso. Por isso, é momento culminante desta liturgia a missa exequial. O Ritual da Celebração das Exéquias prevê três esquemas a utilizar consoante as circunstâncias: o primeiro, com três “estações” (ou momentos celebrativos): na casa do defunto, na igreja e no cemitério; o segundo, com duas: na capela do cemitério *e junto à sepultura*; o terceiro, apenas na casa do defunto (ou onde estiver depositado o corpo). Segundo a actual disciplina, a Igreja concede.
 
 


 São ritos sagrados por meio dos quais a Igreja implora o auxílio espiritual  para os defuntos, honra os respectivos corpos e leva aos vivos a consolação da esperança cristã. Domina em toda a liturgia exequial a fé na participação do cristão no mistério pascal de J. C. morto, ressuscitado e glorioso. Por isso, é momento culminante desta liturgia a missa exequial. O Ritual da Celebração das Exéquias prevê três esquemas a utilizar consoante as circunstâncias: o primeiro, com três “estações” (ou momentos celebrativos): na casa do defunto, na igreja e no cemitério; o segundo, com duas: na capela do cemitério e junto à sepultura; o terceiro, apenas na casa do defunto (ou onde estiver depositado o corpo). Segundo a actual disciplina, a Igreja concede exéquias aos baptizados, aos catecúmenos, às crianças sem baptismo, que os pais tencionavam baptizar, e ainda a baptizados em Igreja ou Comunidade não católica, se não constar de vontade em contrário e não se encontrar ministro próprio. Excluem-se os apóstatas, hereges cismáticos e outros pecadores manifestos, a menos que tenham dado em vida sinais de arrependimento e que se possa evitar o escândalo público (CDC 1183-1185).
 
Além do sacerdote, pode presidir às exéquias (excluída naturalmente a celebração da missa) o diácono ou mesmo um leigo devidamente industriado e autorizado. Normalmente, as exéquias celebram-se na igreja da paróquia do defunto e pertence ao pároco, por si ou por outrem, presidir a elas, mas são muitas as excepções previstas no CDC (1177-1182). V. funeral.
 
A palavra exéquias provém do verbo latino exsequi, que significa “seguir” e refere-se ao cortejo fúnebre que segue o corpo do defunto até o túmulo.
 
Deus seja louvado, sempre e que sempre nos ilumine e perdoe os nossos pecados. A Paz de Cristo!

27.11.19

"A Oração"

 
 
 
Carta Sagrada — *A Oração*
A Devoção às Gotas de Sangue de Cristo.

 
O texto representa uma cópia da carta ditada por Nosso Senhor Jesus Cristo as Santas: Matilda, Bridget e Isabel de Hungria, que pediam a Jesus detalhes sobre sua Paixão antes da crucificação.
Recebe o nome de: “A Oração” e foi encontrada no Santo Sepulcro de Jerusalém no final de 1800.
Guarda-se hoje no Vaticano em uma caixa de prata desde que em 5 de Abril de 1890 em Roma a reconheceu o Papa Leão XIII.
 
A Revelação:
 
A carta relata as Palavras de Cristo em Sua aparição as Santas.
Seu propósito é: Consagração das Gotas de Sangue que Cristo perdeu em Seu caminho ao Calvário.
"Desci do céu à terra para converter-vos."
 
Na antiguidade as pessoas eram religiosas e suas colheitas abundantes; no tempo presente, pelo contrário, são escassas. Se quiseres colher com abundância não deveis trabalhar aos Domingos, pois nos Domingos deveis ir a Igreja e rezar para que Deus perdoe vossos pecados.
ELE vos deu seis dias para trabalhar e um para o descanso e a devoção, para oferecer vossa ajuda ao pobre e assistir a Santa Missa.
 
As pessoas que disputam contra Minha religião ou lançam calúnias sobre esta Carta Sagrada, serão por Meu amparo abandonadas. Pelo contrário, aquelas que levem consigo uma cópia desta Carta, se livrarão de morrer por afogamento ou de forma repentina; de morrer de enfermidades contagiosas ou por raio; de morrer sem confissão, se livrarão de seus inimigos e da mão da autoridade injusta, e de todos os seus difamadores e falsos testemunhos.
As mulheres que no tempo de parto se achem em perigo, conservando com elas esta Oração, superarão a dificuldade imediatamente. Nas casas onde se guarde esta Oração nunca ocorrerá nada de mal: e quarenta dias antes da morte de uma pessoa que possua esta Oração, a Santíssima Virgem lhe aparecerá.
 
As Promessas:
 
Assim o disse a São Gregório.
A todo fiel que recite durante 3 anos, cada dia, dois Pai Nossos, duas Ave-Marias e dois Glórias ao Pai, em honra das gotas de sangue que perdi, lhe concederei as cinco graças seguintes:
 
. A indulgência plenária e remissão de seus pecados.
. Estará livre das penas do Purgatório.
. Se tiver que morrer antes de completar os três anos, para ele será como se os tivesse completado.
. A hora de sua morte, será como se houvesse derramado todo seu sangue pela Santa Fé.
. Eu mesmo, descenderei do céu para levar sua alma e a de seus familiares, até a quarta geração.
 
Que se saiba:

O número de soldados armados era de 150; os que Me arrastaram amarrado foram 23.
Os carrascos, 83; os golpes recebidos em Minha cabeça, 150; em Meu estômago, 108; os pontapés em Meus ombros, 80. Fui, atado, levado arrastado pelo cabelo 24 vezes; cuspiram sobre Meu rosto 180 vezes; fui golpeado 6666 vezes no corpo; 100 vezes na cabeça.

Fui brutalmente empurrado e às 12h em ponto levantado pelos cabelos; espetado com espinhos e me arrancaram a barba 23 vezes; recebi 20 feridas na cabeça; (de farpas secas , 72); pontas de espinho em minha cabeça, 110; espinhas mortais na fronte, 3.

Depois fui açoitado e vestido como um rei de burla; as feridas no corpo, 1000.
Os soldados que me levaram ao Calvário foram 608; me olharam 3, e riram de Mim 1008; as gotas de Sangue que perdi foram 28.430.

S.S. Papa Leão XIII, Roma, 5 Abril, 1890

22.11.19

Santo Padre Pio
 
 
 

23.1.17

Erros e perigos da Astrologia

I - Erros e perigos da Astrologia




É lícito (ou, ao menos, convém) a um católico recorrer às previsões astrológicas?
A maioria das pessoas conhece a Astrologia através dos horóscopos publicados nos jornais. Muita gente lê e acredita nas previsões que são feitas, alguns inclusive seguem as sugestões dadas pelos astrólogos. Mas será que já se perguntaram no que se fundamentam estas previsões? Há base científica? Ou ainda, lembrando que nem tudo pode ser explicado pela ciência, há base racional para a Astrologia? E, fora estas questões, é lícito (ou, ao menos, convém) a um católico recorrer às previsões astrológicas? São questões relevantes, que precisam ser analisadas atentamente e respondidas com precisão. Além do mais, quando se procura entender as origens e as relações da Astrologia com o mundo atual, percebe-se claramente que hoje ela está muito ligada aos movimentos conhecidos por “New Age” ou, Nova Era. No que consiste esta tal de Nova Era?

Segundo os místicos e astrólogos a New Age (Nova Era) é o advento da Era de Aquário. Para eles, estamos no final da Era de Peixes, dominada pelo pensamento cristão repressivo, retrógrado e preconceituoso. O próximo Eon (ou Era) será o fim da dominação cristã e o início de um tempo de luz, tecnologia e paz. Como disse, a filosofia da Nova Era está intimamente ligada à Astrologia e esta, por sua vez, usa uma roupagem falsa de ciência quando utilizada (erroneamente) conceitos da Astronomia.
Tanto a Astrologia quanto a noção de Eras estão relacionadas com os movimentos da Terra. Basicamente a Terra possui três movimentos principais. O primeiro é o de rotação em torno do próprio eixo, que dura aproximadamente 24 horas e determina os dias e as noites. O segundo movimento é o de translação em torno do Sol, que dura um pouco mais que 365 dias. Ele determina quais partes do céu estão visíveis a noite pois, se no movimento da Terra o Sol fica na frente de alguma parte do céu, não podemos vê-la. Temos que esperar alguns meses para estarmos num outro ponto da órbita. Desta forma, falamos de “céu de inverno” e “céu de verão”, por exemplo. Quem gosta de espiar o céu sabe: as três Marias aparecem bem no verão e o Escorpião no inverno. O terceiro movimento é o de Precessão. É o mesmo movimento executado por um pião quando está próximo de parar. É uma pequena oscilação do eixo de rotação.

Portanto, os movimentos da Terra determinam que partes do céu podemos ver em cada época do ano e em cada momento do dia e da noite. Para demarcar o céu e as estações do ano, os astrônomos o dividiram em regiões. São as constelações. As estrelas de uma mesma constelação não precisam estar ligadas entre si. É apenas uma divisão aparente do céu, para facilitar a localização das estrelas. Atualmente, a União Astronômica Internacional divide o céu em 88 constelações, de tamanhos diversos.
Durante o ano o Sol passa na frente de 13 constelações. São as constelações do Zodíaco. Tenho certeza que você conhece, pelo menos, 12 delas. São os signos, Áries, Peixes, Touro, Escorpião, etc. Não há nada de especial com elas, exceto que o Sol passa pela sua frente. Os astrólogos dizem que seu signo é Peixes, por exemplo, porque o Sol estaria na frente de Peixes de fevereiro a março. Usei este tempo verbal, porque, de facto, o Sol não está na frente de Peixes durante o período que eles falam. É que eles não fazem observações, e também não sabem fazer contas, e parece que não têm vergonha disso.


II - O que é a Nova Era?

Do ponto de vista filosófico a Astrologia se baseia na ideia de que existem tempos propícios para determinadas atividades e que estudando os ciclos da natureza através dos movimentos celestes podemos conhecer e até prever estes momentos mais favoráveis e usar isto para nosso bem. Como escrevi antes, os astrólogos usam alguns conceitos de astronomia de modo completamente errado e por isso não sabem calcular os “ciclos da natureza”. Independente disso, muitos acham que mesmo assim a filosofia por trás da astrologia faz sentido, pois somos parte integrante de uma natureza muito ampla e estamos integrados a ela. Aí é que a astrologia tem se confundido nos dias atuais com os movimentos Nova Era.

A Astrologia é condenada pela doutrina católica por que é uma forma de adivinhação que se presta a tentar usar poderes ocultos da natureza, lê-se no parágrafo 2116 do Catecismo da Igreja Católica que:
“Todas as formas de adivinhação hão de ser rejeitadas (…). A consulta aos horóscopos, a astrologia, (…) escondem uma vontade de poder sobre o tempo, sobre a história e, finalmente, sobre os homens, ao mesmo tempo que um desejo de ganhar para si os poderes ocultos. Essas práticas contradizem a honra e o respeito que, unidos ao amoroso temor, devemos exclusivamente a Deus”. O Catecismo enfatiza ainda mais no parágrafo 2117 que “mesmo que seja para proporcionar a este [o próximo] saúde, são gravemente contrárias à virtude da religião”.

Diversos cientistas já provaram que a Astrologia não funciona, que suas previsões não se tornam realidade e que mesmo que não sejam feitas previsões, o uso dos “tempos propícios” não favorece quem os identifica. Cientificamente dizemos que não há relevância estatística, é um atestado de que não existem estes tempos ou então que, caso existam, não faz diferença conhecê-los, pois não muda nada. Do ponto de vista científico a Astrologia é uma perda de tempo pois é bobagem, do ponto de vista da fé ela é um grave perigo pois nos afasta de Deus, conforme explica o Catecismo. A Astrologia é, portanto, errada e perigosa. Meu signo é a cruz.

 

20.1.17

O Terço

 
 
O Terço, uma oração repetitiva e assim aborrecida e por que demais monótona, sem mais sentido?

Aos que dizem que o Terço é uma oração antiquada e monótona, devido à repetição das orações que o compõem, eu pergunto-lhes se há alguma coisa que viva sem ser pela repetição continuada dos mesmos actos.Deus criou tudo o que existe de modo a conservar-se pela repetição continuada e ininterrupta dos mesmos actos. Assim, para conservarmos a vida natural, inspiramos e expiramos sempre do mesmo modo; o coração bate continuamente seguindo sempre o mesmo ritmo. Os astros, como o Sol, a lua, os planetas, a Terra, seguem sempre a mesma rota que Deus lhes marcou. O dia sucede à noite, ano após anos, sempre do mesmo modo. A luz do Sol alumia-nos e aquece-nos na Primavera, vestem-se depois de flores, dão frutos e voltam a perder as folhas no Outono ou Inverno.

E, assim, tudo o mais segue a lei que Deus lhe marcou, e ainda ninguém lhe ocorreu dizer que era monótono, por isso prescinde-se; é que precisamos disso para viver! Pois bem, na vida espiritual temos a mesma necessidade de repetir continuamente as mesmas orações, os mesmos actos de fé, de esperança e de caridade, para termos vida, visto que a nossa vida é uma participação continuada da vida de Deus.

Quando os discípulos pediram a Jesus Cristo que os ensinasse a orar, Ele ensinou-lhes, como vimos atrás, a bela fórmula do "Pai-Nosso", dizendo: "Quando orardes dizei: "Pai..." (Lc 11,4). O Senhor mandou-nos rezar assim, sem nos dizer que, passado um certo número de anos, buscássemos nova fórmula de oração, porque esta teria passado a ser antiga e monótona.

Quando os namorados se encontram, passam horas seguidas a repetirem a mesma coisa: "amo-te!". O que falta aos que acham a oração do Terço monótona é o Amor; e tudo o que não é feito por amor não tem valor. Por isso, nos diz o Catecismo que os dez Mandamentos da Lei de Deus se encerram num só, que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.Os que rezam diariamente o seu Terço são como os filhos que todos os dias dispõem de alguns momentos para ir até junto de seu pai, para lhe fazer companhia, manifestar-lhe o seu agradecimento, prestar-Lhe os seus serviços, receber os Seus conselhos e a Sua bênção. É o intercâmbio e a troca do amor, do Pai para com o filho e deste para com o Pai, é a dádiva mútua.


[Irmã Lúcia — Apelos da Mensagem de Fátima]

Sorriso

 
 
Sorriso:
É o cartão de visita das pessoas saudáveis. Distribui-o gentilmente.

Diálogo: é a ponte que liga as duas margens, do eu ao tu. Transmite-o bastante.

Amor:
É a melhor música na partitura da vida. Sem ele serás um eterno desafinado.

Bondade:
É a flor mais atraente de um jardim de um coração bem cultivado. Planta essas flores.

Alegria: 
É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido. Esbanja-o, o mundo precisa dele.

Paz na consciência:
É o melhor travesseiro para o sono da tranquilidade. Vive em paz contigo mesmo.

Fé:
É a bússola certa para os navios errantes, incertos, procurando as praias da eternidade. Utiliza-a sempre.

Esperança:
É o bom vento, enfunando as velas do nosso barco. Chama-o para dentro do teu quotidiano.

[Pe. Roque Schneider]

17.1.17

S. Francisco de Assis

 
 
O que temer?
— Nada.
 
A quem temer?
— Ninguém.
 
Porquê?
— Porque aqueles que se unem a Deus obtêm três grandes privilégios: onipotência sem poder;
embriaguez, sem vinho e vida sem morte.
 

O risco

 
 
O risco
 
Leio na vida de S. Inácio um diálogo entre o fundador dos Jesuítas e o padre Lainez que é
profundamente esclarecedor.
— Se Deus, pergunta S. Inácio, lhe propusesse este dilema: ir agora mesmo para o céu,
assegurando a sua salvação, ou continuando na terra trabalhando pela Sua glória e comprometendo
assim cada dia a salvação da sua alma, que escolheria?
— O primeiro, sem dúvida, responde Lainez.
— E eu, o segundo, replica Inácio. Como acredita que Deus vá permitir a minha condenação,
aproveitando-se de uma prévia generosidade minha?
 
Estou, é claro, com S. Inácio. Estou pelo risco e contra a segurança. Sou pela audácia e contra o
comodismo. Julgo mais humano o atrevimento que a renúncia sistemática ao combate.
O risco é parte substancial da condição humana. Não se pode fazer nada de sério neste mundo sem
se expôr, muitas vezes, ao fracasso. E a única maneira de nunca se equivocar — ou de se equivocar
sempre — é renunciar a toda a aventura por pura covardia.
 
Creio que a obsessão pela segurança é um dos mais graves obstáculos para realizar uma vida. Não
excluo, claro está, a prudência, a reflexão antes da acção, o saber escolher as melhores
circunstâncias para a empreender. Mas a falsa prudência que acaba por ser paralisante é
insuportável.
 
Por isso, sinto pouca simpatia por aqueles que colocam a segurança como maior valor da vida. Às
vezes vêm jovens interrogar-me sobre a sua vocação e perguntam como estarei eu "seguro" de que
Deus me chama? A estes respondo, invariavelmente: Não tens vocação e nunca a terás enquanto
partires do conceito de segurança. Em toda a vocação, em todo o empreendimento há uma
componente de risco. E o que não for capaz de se arriscar um pouco por aquilo que ama, é porque
não ama nada. Todas as grandes coisas são inseguras; vêem-se por entre as trevas: é necessário
avançar para elas por terreno desconhecido; por isso, toda a vocação, toda a empresa séria tem
algo de aventura, de aposta. E implicam audácia e confiança.

Não estou apostando naturalmente na irreflexão, na frivolidade, no aventureirismo barato. O que
quero dizer é que todo o amor supõe um salto no escuro: a gente lança-se para aquilo que ama e
está certo que esse salto não será uma loucura, porque ninguém se engana quando vai para aquilo
que merece ser amado.
 
A vida merece ser amada. E merece-o apesar de sabermos que nela haverá muitas quedas e muitos
tropeços. Mas quem tiver medo de tropeçar alguma vez, não se levante da cama pela manhã. Assim
evita sofrer. Porque já está morto.
 
[José L. Martin Descalzo — Razões para viver]

14.1.17

O que é a Felicidade?

 
 
1. O que é a Felicidade ?

A minha resposta consiste apenas em:

Amar a Deus.
Sempre e sobretudo, em qualquer menos 'boa' circunstância. Na pior das situações.

2. Mas como 'amar a Deus', sobre todas as coisas, quando estamos a sofrer o maior dos desgostos?

Esperando em Deus oferecendo-Lhe as nossas dores.

3. Como oferecer-Lhe as nossas dores, assim, e porque as sofremos tanto?

Juntar as nossas às d'Ele porque nunca ninguém sofreu tanto como Jesus para nos salvar!

4. Mas Jesus é Deus e bem sabia que ia para o Céu...
Jesus confiou no Pai assim como havemos de confiar em Deus-Pai—Todo-Poderoso!

5. Jesus desceu do Céu, feito homem, fazendo Sua vontade na Cruz, até ao extremo, confiando no Pai do Céu, amando-O até ao final de Suas forças e morrendo, exausto, flagelado, humilhado, espancado e pregado na Cruz, por nós!

6. A Felicidade consiste em: Amar,  Crer e seguir Jesus!
 
Regina Pacis

Templo de Deus

 
 
«Cada alma humana
é um templo de Deus:
isto abre-nos a um panorama de todo novo e vasto.
A oração de Jesus teria que ser a chave
para entender a oração da Igreja»
 
 
 
.[Orar c/os Místicos do Carmelo]
 
 
 
Santa Teresa Benedicta da Cruz (Edith Stein) | 1891 - 1942
Edite Stein, Obras Completas – A oração da Igreja.
 
 
 
A: 2 de Novembro de  2016
janmot