10.3.16

Bilhetes do Céu (2)

 
 
"três virtudes devem adornar-te especialmente: humildade, pureza de
intenção e amor"


Ir. Faustina  (Diário, 1779)

Devoção do mês (2)


Março - S. José
Testemunho de Santa Teresa do Menino Jesus:
 
Testemunho de Santa Teresa, que, tão provada foi, em sofrimentos do corpo e da alma e que por isso esteve em grave risco de desesperar. Dito pela Santa – Doutora da Igreja:
Tendo vinte e dois anos e encontrando-me atacada de paralisia, vendo o triste estado a que me tinham reduzido os médicos da terra, resolvi dirigir-me aos do céu. Tomei então por advogado e protector, o glorioso S. José que me concedeu o seu socorro da forma mais visível.
Este bem amado pai da minha alma, apressou-se a livrar-me das angústias e enfermidades e livrou-me mais tarde, de perigos dum género diferente e bem mais graves, pois, me ameaçavam de perder-me eternamente.
Não me recordo de jamais me ter recusado alguma coisa e me tem dado sempre, mesmo aquilo que nem sequer sabia desejar. S. José fez resplandecer em mim o seu poder e bondade. Graças a ele recobrei as minhas forças, levantei-me, caminhei e fiquei livre da minha paralisia… É maravilhoso enumerar a quantidade de graças de toda a ordem com que o Senhor me tem cumulado, e os perigos, tanto do corpo como da alma, de que me tem livrado pelos merecimentos do meu bem amado patrono.
Deus parece ter concedido a cada um dos outros Santos, o poder de nos socorrer em necessidades particulares; o nosso Santo, ao contrário, em todas.
A experiência prova-o todos os dias; e por tal, Nosso Senhor nos fez compreender que, assim como lhe foi submisso em tudo na terra, quer também continuar no Céu condescendendo todos os seus desejos…
Depois da constante experiência que tenho dos favores preciosos que S. José obtém, para aqueles que se lhe dirigem, eu queria inspirar a toda a gente uma grande devoção para com Ele. Entre todas as almas que são fiéis em o honrar, não conheço uma só que não faça, em cada dia, rápidos progressos na perfeição.
Há muitos anos já que no dia da sua Festa, lhe peço uma graça especial e nunca me foi recusada. Tenho  verificado mesmo que, se aquilo que lhe tenho pedido não é o que me convém, este amável Santo sabe transformar tudo ao maior bem da minha alma.
Se alguém hesita em acreditar no que digo, suplico-lhe por amor de Deus que faça a experiência e então, verá como vantajoso é recomendar-se a este glorioso Patriarca e enfileirar no número dos seus devotos servidores.
(Livro da Vida da Santa)

Alma da Igreja - IV

4.

 
O coração da nossa Fé
 
A Fé no Espírito Santo é o coração da nossa fé cristã, porque a nossa Igreja é a Igreja do Espírito Santo. E a fé no Espírito Santo é o coração da nossa fé cristã, como professa o Credo dos santos concílios.

É o Espírito que está no coração da santificação dos discípulos de Cristo. É ele que anima o seu zelo missionário e a sua oração ecuménica. É o Espírito que é a fonte e o motor da renovação da Igreja de Cristo.
 
De: S. João Paulo II
«A resposta está no Vento»
 
 
 
 
Fim desta série
 

Missa (3)

 
«O próprio Deus não pode fazer uma acção mais sagrada e maior que a celebração de uma Santa Missa»
 
Sto. Afonso Maria de Ligório

Alma da Igreja - III

3.

Uma dádiva para todos
 
 
O Espírito Santo continua a revigorar a Igreja e a dirigi-la nos caminhos da santidade e do amor. Como bem salienta Santo Ambrósio, na obra De Spiritu Sancto, «se bem que Ele seja inacessível por natureza, pode, no entanto, ser recebido por nós graças à sua bondade; enche tudo com a sua virtude, mas dele participam apenas os justos; é simples na sua substância, rico em virtude, presente em todos, divide aquilo que é seu para o dar a todos e está todo inteiro em todos os lugares».
 
 
(Segue...)

2.3.16

Missa (2)

 

“O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote”.

S. Francisco de Assis

Bilhetes do Céu

1. Pai de amor


Deus não é alguém que vive tão isolado que não possas aproximar-te dEle, nem um guarda celeste sempre pronto a castigar tudo o que se faz de mal.
Ele é um Pai que ama. Ele diz:

«Amo-te com um amor eterno, e por isso, a ti, estendi os meus favores»  - Jer 31,3

Ámen.

1.3.16

Alma da Igreja - II

2.

Partir do mistério

Grande mérito da Lumen Gentium é ter vigorosamente recordado que, se se quiser recolher adequadamente a identidade da Igreja, mas sem descurar os aspectos institucionais, deve-se partir do mistério. A Igreja é mistério, porque está enxertada em Cristo e radicada na vida trinitária. Jesus, o Verbo de Deus feito homem, é a «luz» que resplandece sobre o vulto da Igreja. Ele fez cumprir as expectativas do antigo Israel, iniciando o advento do Reino de Deus. Recolheu assim, entre todas as gentes, um novo povo de Deus, unindo-se a Si como seu corpo e sua esposa, na força do Espírito Santo.
 
Mistério sublime, que iguala entre si os baptizados e os incita à contínua conversão até ao vértice da santidade. Eis, pois, a Igreja: um povo a caminho da história, mas com o olhar fixo e voltado para a segunda vinda de Cristo.

(Segue...)

Defendendo a nossa Fé

Manifestação em Sevilha contra a separação da Igreja e o Estado.
 
 
Deus nos livre que por cá peguem nesta má ideia.