13.6.16

A oração, vital como a água – II

 
No artigo anterior, respondemos a questão "que é rezar?". Agora, vamos à nossa segunda pergunta:

 
Para que rezar?


Pensamos logo na oração como uma arte para conseguir de Deus aquilo que queremos. Trata-se de uma visão pobre e enganada da oração. Já afirmei, no artigo passado, que rezar é colocar-se diante de Deus em atitude de escuta, de acolhimento e disponibilidade. Mas, para que isso?


Vimos de Deus, por Ele e para Ele fomos criados e em tudo dependemos dele. Ele é nossa realização, nossa plenitude, a saciedade do nosso coração. Somente abertos para ele, vivendo em comunhão com ele, seremos felizes. Mas, temos enorme dificuldade em perceber isso, em viver essa realidade. Nossa tendência é viver a vida centrados em nós mesmos, como se fôssemos o umbigo do mundo e o centro do universo: julgamos tudo a partir de nós mesmos, analisamos tudo segundo nossos interesses e perspectivas, colocamos nossa segurança e nosso apoio em tantas coisas, em projectos, em pessoas, em situações que julgamos importantes para nós... Procuramos ancorar nossa existência em realidades tão passageiras... e temos a ilusão de sermos auto-suficientes, de pensarmos que a vida é nossa de um modo absoluto. Ora, viver assim é viver sem sermos autênticos, é viver uma ilusão: a ilusão de ser Deus! E todos nós temos essa tendência de absolutizar o que é relativo e relativizar o que é absoluto: "Sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal" (Gn 3,5)


Pois bem, a oração tem o efeito de nos colocar continuamente diante de Deus, único Absoluto. Quando rezamos, vamos deixando que Deus Se vá tornando, de facto, Alguém, na nossa existência; não uma ideia, mas uma Pessoa; não algo, mas Alguém! Vamos, aos poucos, aprendendo a ver-nos e ver o mundo à luz de Deus; na luz d'Ele, vamos começando de verdade a ver a luz.


Deus vai se tornando o centro da nossa vida e vamos, pouco a pouco, nos relativizando a Deus e colocando tudo em relação a ele e em função dele. A oração, portanto, tira-nos do centro e nos faz perceber que Deus é o verdadeiro centro e que nós somos relativos, relativos a Ele. A oração ensina-nos a colocar Deus no lugar de Deus, nos faz deixar que Deus seja Deus de verdade.


Vamos percebendo com todo o nosso ser, que nossa existência depende dele e somente n´Ele seremos nós mesmos porque seremos aquilo para que fomos criados. Deixando que Deus seja o centro, ficamos livres do enorme peso que nos tornamos para nós mesmos, com nosso instinto desarrumado de auto-afirmação compulsiva. Pensemos no nosso terrível fardo: a tendência de nos afirmar diante dos outros em tudo: na vida afectiva, profissional, social, económica... A tendência de controlar nosso destino e o dos outros... É um verdadeiro inferno! A oração nos liberta disso tudo e nos amadurece. O verdadeiro orante sabe que sua vida está nas mãos de Deus e tem valor porque é valiosa aos olhos de Deus. O orante não é um tolo passivo e alienado, mas alguém que sabe que Deus tem um projecto para sua vida e para a vida do mundo e, assim, constrói responsavelmente sua existência e procura melhorar a realidade à sua volta, mas sem stress, sem aquela tensão de quem não vê senão a disputa que é a vida, com a concorrência, os acasos e a competição louca do cada um por si.


Quem reza, compreende que, para além de tudo, há Alguém amoroso, providente, justo que é parceiro no nosso caminho. É interessante, mas o verdadeiro amigo de Deus, ao mesmo tempo em que se relativiza, percebe o seu valor diante de Deus, sente-se amado, aconteça o que acontecer e, assim, encontra forças para enfrentar os desafios da vida e vencê-los.



Note-se que a oração não tem como finalidade primeira conseguir de Deus as coisas, mas nos fazer perceber a verdadeira realidade: quem é Deus e quem somos nós. Assim fazendo, faz-nos viver uma existência autêntica e feliz.



Somente a oração nos faz compreender o verdadeiro sentido de todas as coisas, porque começamos a ver da perspectiva de Deus e não da nossa própria. Sem ela, confundiremos Deus connosco mesmos, Sua vontade com a nossa. Sem rezarmos, perderemos de vista o sentido do que nos acontece, exaltando-nos de modo bobo quando as coisas nos ocorrem favoravelmente e nos prostrando de modo infantil quando um desastre atinge nossa vida. Portanto, não há modo de viver de verdade como crente, de ser alguém aberto para o Transcendente, sem a capacidade de rezar.



Se pensarmos que o cristianismo não é uma ideologia, uma teoria sobre Deus, mas uma relação viva e dinâmica com Ele, então poderemos perceber que de modo algum se pode ser cristão sem o exercício contínuo e perseverante da oração. Por isso, os místicos e sábios cristãos sempre advertiram que ninguém nos mostre outro caminho para Deus que não a oração. Sem ela, todo o resto cai por terra na nossa relação com o Senhor. Nem uma boa ação que fizéssemos, nem a maior obra de caridade que executássemos seria realmente por amor a Deus fora do terreno da oração. Poderíamos, sem rezar, fazer, no máximo, obras de filantropia, como o Lions e o Rotary Club ou obras motivadas por uma ideologia, como os partidos políticos e as ONGs, mas nunca obras realmente cristãs.
 


 
 
[Oração, Dom Henrique]

 

9.6.16

A oração, vital como a água – I

 
 O Senhor Jesus rezou e nos mandou "rezar sempre, sem jamais esmorecer" (Lc 18,1). Os místicos e os pregadores cristãos sempre insistiram na importância da oração. Por quê? Pra quê rezar louvando, se Deus não precisa de nosso louvor? E pra quê rezar pedindo, se Deus sabe do que precisamos? Será mesmo o homem capaz de modificar o desígnio de Deus, que é infinito? Pode o homem argumentar com Deus, de modo a fazê-lo mudar de ideia? Neste artigo e nos próximos, proponho-me refletir sobre estas três questões: Que é rezar? Para que rezar? Como rezar?

 
 
Que é rezar?

De modo apressado, na ponta da língua, afirmamos: rezar é conversar com Deus, é falar com ele. Santa Tereza, no seu "Caminho da Perfeição", deu uma definição que se tornou clássica: "Rezar é tratar de amor com quem sabemos que nos ama". Tudo isso é verdade, tudo isso é rezar. Mas, biblicamente, a oração é bem mais que isso. Não se trata primeiramente de conversar com Deus, mas de colocar-se diante dele, caminhar na sua presença, aberto para ele. Observe-se que nas definições dadas, parece que rezar é coisa nossa: falamos e Deus escuta; tomamos a iniciativa e Deus acolhe. E não é isso! Na oração, o sujeito é primeiramente Deus, e não nós mesmos. É Ele quem fala, é Ele quem toma a iniciativa: "Ouve, meu povo, eu te conjuro; oxalá me ouvisses, Israel!" (Sl 80, 9)

Rezar é, antes de tudo, uma atitude de abertura e escuta diante do Senhor que vai falar: "O primeiro mandamento é: Ouve, ó Israel..." (Mc 12,29). A oração só começa e somente é possível quando nos colocamos nesta atitude de total disponibilidade ante o Senhor, na obediência e no reconhecimento que Ele é o Senhor: "Quero ouvir o que o Senhor irá falar..." (Sl 84,9); "Ah! Se meu povo me escutasse, se Israel andasse sempre em meus caminhos... (Sl 80,14). Um belíssimo exemplo de disponibilidade do verdadeiro orante é o salmo 118.
 
Todo ele é um cântico apaixonado à Lei de Deus. Lei, aqui, no sentido de vontade, de desígnio, de plano, de projecto amoroso do Senhor a nosso respeito: "Que meus caminhos sejam firmes para eu observar teus estatutos. Eu te procuro de todo o coração, não me deixes afastar de teus estatutos. Bendito sejas, Senhor; ensina-me os teus estatutos" (Sl 118,5.10.12). Reza de verdade quem de verdade não fala primeiro ao Senhor, mas primeiro se dispõe a escutá-lo: "Fala, Senhor, que teu servo escuta" (1Sm 3,10). A primeira súplica de quem deseja rezar de verdade é esta: Senhor, "dá a teu servo um coração que escuta" (1Rs 3,9).
 
 
Mas, onde se pode escutar o Senhor falar? A pergunta é importantíssima. Pode ser que pensando escutá-Lo, só escutemos a nós mesmos, a nossos caprichos, ao nosso próprio coração. Como escutá-lo de verdade? Primeira e fundamentalmente, na Sagrada Escritura, lida-escutada num espírito de oração, de disponibilidade, de gratuidade. Nunca deveríamos ler-escutar a Palavra de Deus simplesmente para encontrar respostas. Ela deve ser frequentada gratuitamente, sem outra pretensão que não aquela de um coração que deseja ouvir o seu Amado, aquele que o enche de vida, paz e serena alegria: "Os preceitos do Senhor são retos, alegram o coração; o mandamento do Senhor é claro, ilumina os olhos. Suas palavras são mais doces que o mel escorrendo dos favos" (Sl 18,9-10.11b). Ler-ouvir a Escritura é ouvir o coração de Deus; por isso ela deve ser lida com um espírito de fé, um espírito de total confiança e disponibilidade em relação ao Senhor. A primeiríssima atitude de quem reza não é falar - e muito menos tagarelar diante de Deus: é escutar! "Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como os gentios, que imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos. Não sejais como eles!" (Mt 6,7-8a).
 
Esta frequência à Palavra, esta escuta amorosa e fiel do coração de Deus, vai nos fazendo conhecer e admirar tudo quanto Ele fez, o que ele falou, a sua fidelidade, o seu amor, o seu modo de tratar o seu povo, o excesso da sua misericórdia ao nos enviar o Filho Jesus e nos divinizar com o Espírito Santo. Assim, o fiel vai conhecendo o coração de Deus, vai se encantando com o Senhor a aprendendo a nele confiar e a ele se abandonar. A escuta vai nos fazendo homens e mulheres amigos de Deus, homens e mulheres de Deus, que começam a sentir o coração seu coração divino e a compreender os modos do Senhor. Esta escuta perseverante e fiel da Escritura, irá nos ensinando a escutar o apelo de Deus, seu desígnio para nós, na palavra de Igreja, nos acontecimentos da vida, nos apelos dos irmãos e em tudo que nos aconteça. Aí sim: tudo irá se tornando uma palavra do Senhor para nós. Mas, estejamos atentos: somente a partir da Palavra em sentido estrito, que é a Escritura Sagrada, aprenderemos a discernir as palavras de Deus nas outras realidades da vida. Sem partirmos da Escritura, escutaremos nas outras ocasiões somente a nós mesmos e nossos caprichos.
 
Esta atitude de escuta suscita no nosso coração uma resposta, cheia de confiança, admiração e amor, que brota do mais profundo de nós. Então, cantaremos, agradeceremos, louvaremos, pediremos ou, simplesmente, choraremos: "Eu derramo minha alma perante o Senhor" (1Sm 1,15b). Agora sim: a escuta provocou a resposta; resposta dócil, obediente, amorosa, adorante, admirada! Então, estabelecer-se-á o diálogo que é fecundo, que não é tagarelice, que é "tratar de amor com quem sabemos que nos ama". Deus falou e nós respondemos com a palavra, com o afecto, com o louvor, com as lágrimas, com o silêncio contemplativo, com a vida.
 
 
 
 
[Oração, D. Henrique]

8.6.16

Silêncio, vamos orar...

Nossa Senhora Do silêncio


Nossa Senhora do silêncio
 
Mãe do Silêncio e da Humildade, tu vives perdida e encontrada no mar sem fundo do Mistério do Senhor.
Tu és disponibilidade e receptividade.
Tu és fecundidade e plenitude.
Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.
Estás revestidas de fortaleza.
Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual.
És senhora de ti mesma antes de ser nossa Senhora.
Em ti não existe dispersão.
Em um acto de simples e total, tua alma, toda imóvel, está paralisada e identificada com o
Senhor. Estás dentro de Deus, e Deus dentro de ti. O Mistério total te envolve e te penetra e te possui, ocupa e entrega todo o teu ser.
 
Parece que em ti tudo ficou parado, tudo se identificou contigo: o tempo, o espaço, a palavra, a música, o silêncio, a mulher, Deus. Tudo ficou assumido em ti, e divinizado.
 
Jamais se viu figura humana de tamanha doçura, nem se voltará a ver nesta terra uma mulher tão inefavelmente evocadora. Entretanto, teu silêncio não é a ausência, mas presença. Estás abismada no Senhor e ao mesmo tempo atenta aos irmãos, como em Caná. 
A comunicação nunca é tão profunda como quando não se diz nada, e o silêncio nunca é tão eloquente como quando nada se comunica.
 
Faz-nos compreender que o silêncio não é desinteressante pelos irmãos, mas fonte de energia e de irradiação, não é encolhimento mas projecção. Faz-nos compreender que, para derramar, é preciso preencher-se. Afoga-se o mundo no mar da dispersão, e não é possível amar os irmãos com um coração disperso.

Faz-nos compreender que o apostolado, sem silêncio, é alienação, e que o silêncio, sem apostolado, é comodidade.
 
Envolve-nos em teu manto de silêncio e comunica-nos a fortaleza de tua fé, a altura de tua
Esperança e a profundidade de teu Amor.
 
Fica com os que ficam e vem com os que partem. Ó Mãe Admirável do Silêncio!
 
Ámen.


7.6.16

Grande testemunho de Fé...

 
François-Xavier N Van Thuân
 
 
Em 1975 o governo comunista o aprisionou. Nunca foi processado e condenado. Permaneceu
na prisão por mais de 13 anos, dos quais nove em isolamento.

"Estou feliz aqui, nesta cela, onde os fungos crescem no meu estrado de dormir, porque Vós
estais comigo, porque desejais que eu viva aqui convosco. Falei muito durante a minha vida:
agora não falarei mais. É a Vossa vez de falar-me, Jesus: eu Vos escuto."

Cardeal vietnamita, François-Xavier N Van Thuân em um dos seus livros, "Cinco pães e dois
peixes"
 
[Testemunho, Fé]
Foto google, net
 
 

 
 
 

 

Fé

Luz que me ilumina
 
 
 
 

 [Fé]






(Img da m/despensa - net e assim...)

5.6.16

Na entrega

É claro que as imagens ajudam e até que procurei uma para esta mensagem que o Santo Padre Pio nos deixa. Recorro a ele praticamente todos os dias, porque o tenho como exemplo a seguir e o perfeito guia espiritual que todos nós procuramos para o nosso caminho. Leio e releio o seu pequeno livro: "O Grande Amor de Deus" que apenas se resume a algumas das suas meditações, mensagens e conselhos seus, sobre variadíssimos temas. Desisti da imagem. Leio e entrego a Deus o meu espírito pedindo-Lhe que me ilumine de maneira a captar-lhe todo o sentido, e aí, sim, surge a imagem que nunca encontrarei nos milhões de sites que por aí na net existem, como aquela que se me estampa à frente dos olhos e que quereria mostrar aqui... Entrego-me, e assim, sem mais nem porquês,  simplesmente, crendo que cada um a verá de maneira diferente e consoante a sua sensibilidade e espiritualidade também.

Sim, sem mais palavras segue a que para este dia recolhi e porque hoje é Domingo - dia do Senhor:

«Tal como as abelhas que, sem hesitar, atravessam as grandes distâncias do campo, a fim de alcançarem o canteiro preferido e depois, cansadas, mas satisfeitas e abastecidas de pólen, retornam ao favo, para ali executarem, num trabalho fecundo, silencioso, a sábia transformação do néctar de vida, assim também vós, depois de terdes recebido a vida, meditai nela, com atenção, separai os elementos, procurai o seu profundo significado. Então a vida lhes surgirá em todo o seu luminoso esplendor, adquirirá o poder de anular as naturais inclinações em relação às coisas materiais, à própria matéria,  transformando-as em puras e sublimes ascensões do espírito, aproximando, cada vez mais, o vosso coração do Divino Coração de Nosso Senhor.»

[Santo Padre Pio]

4.6.16

Conversão

Um hino da Liturgia da Horas (Completas) do Cardeal inglês Henry Newman, inspirado na sua conversão ao catolicismo.
 
Luz terna e suave...
 
 
Que importa, Senhor,
se é tão longe para mim a praia onde tenho de chegar,
se sobre mim levar pousada a clara luz do teu olhar.

Hoje te  peço, Senhor,
para seres a  luz que me ilumina
na plenitude da tua  luz divina.

Luz terna e  suave no meio da  noite,
leva-nos mais  longe...

Não temos a qui  uma morada permanente.
Leva-nos mais  longe...

Luz terna e  suave  no meio da  noite.
Esquece, Senhor,
os meus passos mal andados,
meu desamor,
perdoa os meus pecados,
Eu sei que vai...,
raiar a madrugada e não me deixarás abandonado.

Se Tu me dás a mão, Senhor,
meus passos serão firmes no andar.
Leva-me mais longe
 para a Ti chegar...

3.6.16

Creio na Igreja, Una, Santa, Católica, Apostólica, Romana

Devia ter começado por aqui, mas, como não foi o caso,  repito uma das minhas primeiras publicações  que por certo, poucos leram por inteiro mas que eu mesma transcrevi, linha a linha, de um livro de autoria da Vidente de Fátima, a Irmã Lúcia, que não posso deixar de
subscrever por inteiro. Com ela, a humildade em pessoa, aprendo ainda todos os dias e sobre tantos aspectos: em como seguir Jesus, amar a devoção que então adquiri por Maria Santíssima e toda a submissão devida à Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo que amarei e pela qual me ofereço e lutarei, consoante as forças que Nosso Senhor me queira dar. Como a própria vidente se submeteu.

Muito poucos e afinal, sabem sobre a Mensagem de Fátima. Ouviram falar de um sol que girava no firmamento, mudava de cor, talvez e quiçá... a fazer-se de engraçadinho...

A uns poucos meses já do centenário das Aparições de Fátima - reconhecidas pela Santa Igreja e contando ainda, tão alegremente, com a presença de Sua Santidade, o Papa Francisco, no Santuário que é tido como "o Santuário do Mundo" o qual - e graças a Deus -, por várias  vezes já visitei e onde, afirmo ter obtido inúmeras graças e como por exemplo, vias para a minha conversão, não posso deixar de emocionar-me e deixar que a própria Irmã Lúcia, vos fale e também uma vez mais. A Humildade é sem dúvida eloquente...

Sobre Igreja, o Papa e o Espírito Santo; Cristo, Maria - Sua e nossa Mãe. Capítulos III e IV


Nota: continuarei então e na medida em que me for possível, a transcrever trechos desta obra da Ir Lúcia que, nada mais, nada menos, serão um grande tesouro, a guardar nos nossos corações.
http://regina-pacis.blogspot.pt/search/label/Apelos

2.6.16

Do sofrimento e da maldade

Num mundo, onde os Direitos Humanos são violados diariamente, o sofrimento faz mais vítimas que a maldade.
 
 
 
Esta frase-advertência de Paulo VI projecta luz sobre esta constatação: Os maus não são bons, porque os bons não são melhores.

1.6.16

Da Ciência e da técnica

Ciência, sem alma, leva à frustração, à neurose...
 
 
 
"O homem pode organizar o mundo sem Deus, mas só o organizará contra o homem."
 
 
[Papa Paulo VI]  em sua encíclica: Populorum Progressio