5.2.16

Santa Teresa de Ávila


"Seja teu desejo contemplar a Deus, teu temor, perde-Lo. Tua dor, não estar ainda com Ele. Tua alegria, a de que possa conduzir-te até Ele.
Então viverás em paz".

4.2.16

Devoções da Igreja para cada mês do Ano


Santificar o ano todo celebrando a cada dia os Santos do dia, ou as festa e solenidades especiais. Mas também a cada mês do ano a Igreja dedica uma devoção particular. A escolha dessa devoção mensal é feita com base em algum acontecimento histórico ou alguma celebração litúrgica especial.
 
FEVEREIRO
 

Fevereiro é o mês da Sagrada Família porque após as celebrações do Natal, a Igreja a venera. Foi na Sagrada Família que Jesus viveu toda sua vida antes de começar a sua vida pública para a salvação a humanidade. Ali ele aprendeu as coisas santas, trabalhou com mãos humanas, obedeceu a Seus pais e se preparou para a grande missão. Olhando para a Sagrada Família a Igreja deseja que os casais e filhos aprendam a viver segundo a vontade de Deus. "O mundo seria bem melhor se o Natal não fosse um dia, se as mães fossem Maria e os pais fossem José". Embora o começo da Quaresma mude de acordo com o calendário civil, uma boa parte de Fevereiro nos dá um espaço de tempo entre as celebrações do Natal e do foco maior na vida pública e no ministério de Jesus, que ocorre na Quaresma.

http://www.gaudiumpress.org/content/76219-Devocoes-da-Igreja-para-cada-mes-do-Ano#ixzz3zDawvcM4

 

3.2.16

Um exemplo a seguir, Família

 
Italianos fazem megaevento em defesa do matrimônio
Uma multidão de famílias italianas foi às ruas no último sábado, dia 30,
para o Family Day, a maior manifestação ocorrida na Itália em defesa do
matrimônio e contra a lei que equipara a união civil de homossexuais
ao casamento, além de permitir que homossexuais registrem os filhos
de seus parceiros na ausência do outro pai biológico.
De acordo com sites locais, esperava-se um grande êxito, mas as
previsões foram superadas. O famoso Circo Máximo, no centro de
Roma, palco do martírio de cristãos no passado, serviu de cenário para a
manifestação.
em-defesa-do-matrimonio/

2.2.16

Orações do Anjo da Paz

Em Portugal, no ano de 1916:
 
Lúcia, Jacinta e Francisco, os pastorinhos de Fátima, pastoreavam as ovelhas quando viram um ser luminoso aproximando-se das crianças. Ele tinha os traços de um rapaz de 14 a 15 anos. Era o Anjo da Paz, de Portugal e que lhes disse:
 
 
 
«Não tenham medo. Rezem comigo».
 
Prostrado, com o rosto por terra, ensinou-lhes esta oração:
 
«Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam. »
 
Adiantou ainda: «Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas. Então desapareceu. Por vários dias, os pequenos sentiram-se num estado de abatimento físico, de recolhimento, de um silêncio difícil de ser rompido e principalmente de paz interior.»
 
Na segunda aparição fala-lhes sobre o espírito de sacrifício. E depois de lhes pedir que rezassem muito, acrescenta: "Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios. "
 
Lúcia pergunta-lhe como se haviam de sacrificar e o Anjo responde:
 
– De tudo o que puderes, ofereçam a Deus sacrifício em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a Paz. Aceitai e suportai com submissão os sofrimentos que o Senhor vos enviar.
 
Na terceira vez, voltam a notar uma luz que brilha sobre eles. Erguem-se e de novo veem o Anjo que na mão esquerda tinha um cálice, sobre o qual está suspensa uma Hóstia, da qual caem algumas gotas de sangue. O Anjo deixa suspenso no ar o cálice, ajoelha junto deles e fá-los repetir por três vezes:
 
–   Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E, pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

Levantando-se depois, Dá a Lúcia a Hóstia Sagrada e o Sangue do cálice dividiu-O pela Jacinta e o Francisco, dizendo ao mesmo tempo: – Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos! Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus. E prostrando-se de novo em terra, repetiu com as crianças, outras três vezes a mesma oração e por fim, desapareceu.

Palavras de Lúcia, mais tarde, sobre o que lhes sucedeu:  «A força da presença de Deus era tão intensa que nos absorvia e aniquilava quase por completo. Parecia privar-nos até do uso dos sentidos corporais por um grande espaço de tempo. Nesses dias, fazíamos as ações materiais como que levados por  esse mesmo ser sobrenatural que a isso nos impelia. A paz e felicidade que sentíamos era grande, mas só íntima, completamente concentrada a alma em Deus. O abatimento físico que nos prostrava também era grande».
 
Tomemos para nós também, as orações ensinadas pelo Anjo da Paz e os conselhos dados.
Ámen.
 
 

28.1.16

S. Francisco de Sales

 
“Não existe devoção a Deus sem amor à Santíssima Virgem.”
 
 

20.1.16

Maria Santíssima

“Ainda não se louvou, exaltou, honrou, amou e serviu suficientemente a
Maria Santíssima, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço, Ela
merece.”
 
São Luís Maria Grignion de Monfort
 

12.1.16

Quem tem?

Quem tem Maria no seu coração e o terço no bolso? O mesmo é dizer que tem Jesus consigo, não esqueça nunca que Maria é Mãe de Jesus e nossa Mãe!
 
Que Deus te abençoe!

Qualquer hora

Qualquer hora, é boa para apelar a Maria, Nossa Senhora e nossa Mãe.

  “Quando tu chamas Maria, Ela responde: «Deus». ” J. Lafrance

Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
Para que sejamos dignos de alcançar
As promessas de Cristo,
Ámen.

10.1.16

(re)começemos

“Comecemos hoje, irmãos a fazer o bem, que até agora não fizemos nada”.

Estas palavras que o seráfico Padre São Francisco, em sua humildade, se aplicava a si mesmo, façamo-las nossas no começo de este novo ano. Na verdade, nada temos feito até agora; ou, ao menos, muito pouco; os anos têm vindo a suceder, começando e terminando, sem que nos perguntássemos como os temos empregado; se não havia nada que reparar, nada que acrescentar, nada que tirar em nosso comportamento. Temos vivido como tontos, como se um dia o Juiz eterno não nos houvesse de chamar e de pedir-nos contas da nossa conduta, de como temos empregado nosso tempo.
 Entretanto, deveremos dar conta rigorosa de cada minuto, de cada atuação da graça, de cada santa inspiração, de cada ocasião que se nos apresentava para fazer o bem. A mais pequena transgressão da santa lei de Deus será tida em conta!